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Parceria para cursos de capacitação na Fábrica Social – Agência Brasília

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Pela primeira vez desde que foi criada, em 2013, uma Organização da Sociedade Civil (OSC) vai cuidar dos cursos de capacitação da Fábrica Social. A decisão do Governo do Distrito Federal (GDF) de terceirizar a instrutoria do programa dá mais transparência e evita quebras na continuidade dos cursos com eventuais trocas de chefias da Secretaria de Trabalho.

Cursos da Fábrica Social serão ininterruptos |Foto: Paulo H. Carvalho/Arquivo-Agência Brasília

Até então, os instrutores seguiam uma mentoria do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mas ocupavam cargos por indicações. A convocação da entidade sem fins lucrativos vencedora do chamamento público foi anunciada nesta quinta-feira (1º), nas páginas 74 e 75 da primeira edição do Diário Oficial do DF.

Das dez OSCs que se candidataram, apenas três foram habilitadas à prestação do serviço. A primeira colocada é o Instituto Viver. “Estamos promovendo um ajuste que manterá a realização de cursos com o nível de profissionalização que o mercado exige”, afirma o secretário de Trabalho, Thales Mendes.

“A oferta de capacitação é abrangente e atende áreas de grande aplicabilidade no mercado de trabalho”José Messias da Silva, chefe de gabinete da Secretaria de Trabalho

Serão ministrados cursos presenciais de quatro modalidades: confecção com designer de moda, corte e costura em geral e estamparia; construção civil para formação de pedreiro, encanador, eletricista residencial, eletricista industrial, armador, carpinteiro, ladrilheiro, assentador de piso e revestimentos, pintor residencial, fabricação de pré-moldados, instalação e manutenção de placas fotovoltaicas; marcenaria com móveis planejados, reforma e manutenção de móveis em geral; e jardinagem, tanto horizontal quanto vertical.

“A oferta de capacitação é abrangente e atende áreas de grande aplicabilidade no mercado de trabalho”, reforça o chefe de gabinete da Secretaria de Trabalho, José Messias da Silva, que integrou a comissão responsável pelo processo seletivo.

A empresa vencedora deverá agora apresentar toda a documentação necessária, além de um plano de trabalho detalhado para a aplicação das aulas. A gestão da Fábrica Social continuará sendo da Secretaria de Trabalho. O termo do contrato vale por 12 meses não prorrogáveis. Após o término, um novo chamamento será anunciado.