Galapagos compra gestora de patrimônio da Ativa | Empresas

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Os dois executivos à frente da gestão de patrimônio da Ativa, Arnaldo Curvello e Luís Augusto Barone, passam a ser sócios da Galapagos.

“Toda a custódia e liquidação permanece na corretora Ativa, a gestão de portfólio será conduzida pelas mesmas pessoas, então é uma transição bastante suave”, diz Marco Antonio Bologna, sócio da Galapagos.

No rouba-monte do aquecido mercado de gestão de patrimônio, as transações têm sido feitas com a atração de equipes, sob o risco de que os gestores não consigam levar sua clientela para a nova casa, ou com a compra de carteiras, em que há mudança dos gestores. A costura feita entre Ativa e a Galapagos na transação exclui esse impacto.

“Esse risco de conversão não se aplica. O cliente dorme Ativa e acorda Galapagos”, diz Carlos Fonseca, sócio-fundador da empresa compradora.

A Ativa Wealth Management, criada há oito anos por Barone e Curvello, leva R$ 2 bilhões de recursos de clientes em cerca de 3 mil carteiras administradas e uma equipe de 23 pessoas, mantendo os escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.