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Falta mão de obra para o setor de confecção em Divinópolis; veja vagas e como concorrer | Centro-Oeste

O Sindicato do Vestuário de Divinópolis (Sinvesd) tem enfrentado dificuldades na contratação de mão de obra para o setor. Segundo a diretoria do órgão, faltam principalmente, costureiras para trabalhar em praticamente todas as 300 empresas de facção no município que são veiculadas à entidade.

Uma pesquisa realizada no início do ano, em janeiro e fevereiro, junto às empresas associadas, apontou a necessidade de contratação em vários setores. As vagas estão descritas no site do sindicato (veja abaixo como se inscrever).

Com a pandemia a dificuldade do setor se agravou ainda mais. Faltam insumos para as produções e agora com o município na Onda Roxa do Minas Consciente, não há como promover treinamentos. A crise tem se agravado desde o ano passado e portanto, a expectativa é de conseguir mão de obra qualificada.

Setores em falta de mão de obra

A pesquisa realizada com as empresas apontou a necessidade de contratação para a seguintes vagas: produção, que incluem vagas para costureira, cortador, estampador, arrematadeira e passadeira. O setor de estilo também sofreu déficit, faltam estilista, modelista e pilotista, e também há escassez de profissionais no setor administrativo e comercial com vagas para almoxarifado, compras, auxiliar administrativo, marketing e vendas.

“Conversamos com 12 empresas que, juntas, estão com falta de 306 trabalhadores diretos; concluímos que em todo polo de Divinópolis, a defasagem é bem maior. São muitas oportunidades pra quem está buscando uma recolocação no mercado”, afirmou o presidente do Sinvesd, Vinícius Henrique de Souza.

Para o Presidente da FIEMG Regional Centro-Oeste, Eduardo Soares, o cenário pode ser um reflexo dos desligamentos causados pelo desaquecimento do mercado em função da pandemia.

“Num primeiro momento houve uma paralização das atividades e fechamento do mercado, isso pode ter acarretado em demissões, agora, mas ainda no início de 2020 a indústria retomou a produção e não parou mais, por isso a defasagem de mão de obra”, explicou.

De acordo com o Sinvesd, a jornada de trabalho é normalmente de 7h às 17h, sendo que na sexta o expediente é encerrado às 16h. O salário do setor de costura por exemplo, que é a maior dificuldade no momento, está na faixa de R$ 1.400. Algumas empresas trabalham com bonificação por produção, que pode aumentar o salário.

Os interessados devem cadastrar os currículos no site da entidade que conta desde o início do ano com uma agência de empregos onde qualquer pessoa pode cadastrar informações profissionais, anexar currículo e foto.

O banco de talentos é atrelado ao CPF e os candidatos a uma vaga de emprego podem manter seus currículos sempre atualizados de forma online. O novo site conta também com Balcão de Oportunidades, Shopping de Fornecedores e permite que os associados filtrem os perfis de candidatos.

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