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Empresa têxtil chinesa processa governo dos EUA por remoção da “lista de entidades”, diz mídia_portuguese.xinhuanet.com

Washington, 8 jun (Xinhua) — O Grupo Esquel, fabricante de têxteis e vestuário com sede em Hong Kong, processou o governo dos Estados Unidos depois de perder vários clientes importantes após a colocação de uma subsidiária na região chinesa de Xinjiang na “lista de entidades” dos EUA , relatou o The Wall Street Journal na quarta-feira.

Em seu processo, a empresa chinesa pede a um juiz federal que remova a fábrica de algodão da lista negra de exportação do Departamento de Comércio dos EUA de “empresas que representam uma ameaça à segurança nacional”, destacou a reportagem.

Funcionários dos EUA listaram a planta na cidade de Changji em julho passado, acusando-a de uso de trabalho forçado, o que a empresa nega.

“O Departamento de Comércio não forneceu evidências para apoiar sua decisão errônea e agiu muito além de sua autoridade legal limitada”, disse o advogado da Esquel, James Tysse, em um comunicado na terça-feira.

A lista “contradiz os fatos, incluindo auditorias de três auditores independentes de classe mundial usando padrões da indústria internacionalmente reconhecidos” e causa danos econômicos e à reputação, disse a empresa no comunicado. Fim