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Corpo de Bombeiros orienta sobre hábitos diários que ajudam a prevenir incêndios em casa | Mercado Imobiliário do Interior

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Com o uso mais frequente de álcool em gel ou líquido, os cuidados precisam ser redobrados. Por isso, o Corpo de Bombeiros de Sorocaba (SP) orienta sobre atividades na rotina diária que podem causar incêndios em casa.

Segundo o tenente Herik Souza Corrêa, as chamas se alastram tão rapidamente e a fumaça é tão tóxica que, em alguns casos, não é possível salvar quase nada. Ele explica que a melhor opção é mudar alguns hábitos para evitar um acidente maior.

“Nunca deixe nada no fogão sem supervisão. Quanto aos bujões de gás, as mangueiras e reguladores possuem data de validade e é importante se atentar a isso. Na parte elétrica, não deixe nenhuma fiação exposta. Evite utilizar algum equipamento enquanto está carregando, pois pode gerar uma sobrecarga.”

Carregar celular ao lado da cama pode representar risco de incêndio — Foto: Reprodução/TV TEM

Hábitos simples, como carregar o celular ao lado da cama, podem representar risco de incêndio. Para evitar acidentes desse tipo, segundo os bombeiros, o ideal é tomar cuidado e ficar sempre de olho na fiação elétrica de casa.

Muitas vezes, o fogo pode causar estragos sem que os moradores possam saber como tudo começou. “Recebi muita palavra amiga, muito carinho. Ganhei micro-ondas, panela, geladeira, armário”, conta.

Carregar celular ao lado da cama pode representar risco de incêndio

A vida da costureira Conceição Ramos César está recomeçando em três cômodos de uma família amiga e, aos poucos, a casa dela vai sendo remontada pela solidariedade. Ela perdeu tudo em um incêndio e deve ficar com os amigos até reconstruir a antiga moradia.

O fogo começou no quarto e se espalhou rapidamente pelos outros cômodos. Derreteu, destruiu e queimou tudo o que a costureira conquistou ao longo da vida.

Ela não sabe dizer onde o fogo começou, mas conseguiu sair da casa sem ferimentos. Os fios elétricos ficaram expostos e os vidros quebrados. A costureira ainda tentou salvar as máquinas de costura que ajudavam no sustento.

“Um vizinho veio atrás de mim correndo para ver se tinha como salvar alguma coisa, mas não foi dessa vez”, lamenta.